Manifesto da Nova Resistência – New Resistance Manifesto in Portuguese

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Um Mundo Melhor é Possível

 

Vezes demais nós das classes trabalhadoras internalizamos a “lógica” canibal de soma-zero do capitalismo. Nós assumimos que para sobreviver precisamos travar uma “guerra de todos contra todos” hobbesiana por terra, comida, bens materiais, vantagens monetárias, posição social e matéria-prima. Trabalhadores de todas as nações são cinicamente postos uns contra os outros pelas classes dominantes, forçados a travar guerras militares e econômicas que são contrárias a nossos próprios interesses de classe.

 

 

Através da mídia controlada, a elite dominante até mesmo coloniza nossos pensamentos, compelindo muitos de nós a papagaiar mantras neoliberais sobre supostos “livres mercados” e “livre comércio”, sobre “democracia global” e a “guerra global ao terrorismo”. Medos de escassez econômica e falsas ameaças internas e externas são usadas para nos arrebanhar em direção a uma mentalidade de que a luta pela vida envolve pisar no próximo ao invés de cooperação e auxílio mútuo. Enquanto a Terra de fato possui recursos limitados, sociedades sadias – que colocam os âmbitos espiritual, cultural e político acima do puramente econômico – assumem uma perspectiva sustentável de longo prazo ou mesmo de estado sólido (“não crescimento”) por sobre a ideologia cancerosa e ecologicamente suicida do hipercapitalismo (“destruição criativa”). A Nova Resistência luta por essas sociedades sadias.

As Nações Perdidas/Fundadas da América

 

 

A América do Norte é um continente imenso que poderia potencialmente contém centenas, senão milhares, de pequenas nações, enclaves, cidades-estado, comunidades intencionais, tribos nômades e biorregiões. A Nova Resistência reconhece que fatores demográficos e geográficos propelem os norte-americanos a historicamente preferirem sistemas pequenas, descentralizados e em escala humana ao invés de grandes, unitários e centralizados. Estados-Nação verticais e rigidamente definidos com bordas contíguas são imposições antinaturais sobre essa terra tribal primordial. A Nova Resistência favorece ao invés a heterarquia, definida como um “sistema de organização repleto de sobreposições, multiplicidade, ascendências mistas, e/ou padrões divergentes ainda que coexistentes”. A heterarquia pode ser aplicado tanto em um contexto político como econômico.

 

 

Nós também advogamos por uma confederação norte-americana voluntária de tais unidades políticas para a melhora efetiva da ajuda mútua (por exemplo, auxílio em desastres), defesa comum, comércio justo, e o gerenciamento de infraestruturas em escala maior e questões ambientais.

 

 

Nosso Povo: Quem são Eles?

 

 

Como os nacionalistas negros, indígenas e chicanos, a Nova Resistência é um movimento dirigido à Liberação Nacional. Nosso povo, como os definimos, são a classe trabalhadora “branca” americana, em que incluímos o proletariado urbano, os pobres do campo, os desempregados ou subempregados (“trabalho precário”), bem como os membros deslocados da classe média. Nós usamos o termo “branco” relutantemente para denotar a vasta gama de americanos de origem européia e aqueles que adotam os mores culturais da “América branca”.

 

 

A Nova Resistência não defende ou aprova noções pseudo-científicas de supremacia racial, racismo biológico, antissemitismo, pureza racial e eugenia. Nós reconhecemos, porém, que a identidade – não importa como definida – é uma necessidade humana importante e intangível similar à família e a espiritualidade. Nós vemos a identidade em um sentido de nuances culturais e espirituais mais do que de uma forma biológica cruamente reducionista.

 

 

Classe vs. Raça

 

 

Conquanto a Nova Resistência se define como um movimento de Liberação Nacional, nós não estendemos qualquer lealdade tribal a capitalistas brancos ou seus lacaios. Em qualquer conflito entre o sistema e trabalhadores não-brancos, nós sempre nos aliaremos com estes. Ponto final. E em um mundo pós-capitalista nós juramos coexistência cooperativa e pacífica com todos os outros Povos e reconhecemos seu direito à auto-determinação e justiça econômica.

 

 

Enclaves Étnicos

 

 

Malcolm X, após sua rejeição do racismo anti-branco depois de sua peregrinação a Mecca, fez a seguinte observação astuta:

 

 

“Havia um padrão de cores nas imensas multidões. Uma vez que eu percebi isso, eu passei a observá-lo de perto daí em diante. Ser da América me fez intensamente sensível a questões de cor. Eu via pessoas que se pareciam todas juntas e permanecendo a maior parte do tempo juntas. Isso era totalmente voluntário; não havia qualquer outra razão para isso. Mas africanos ficavam com africanos. Paquistaneses com paquistaneses. E daí em diante. Eu enfiei na minha cabeça que quando eu voltasse eu diria isso aos americanos; que onde verdadeira irmandade existia entre todas as cores, onde ninguém se sentia segregado, onde não havia complexo de “superioridade” ou de “inferioridade” – então voluntariamente, naturalmente, as pessoas do mesmo tipo se sentiam atraídas por aquilo que tinham em comum”. (A Autobiografia de Malcolm X, 1965)

 

 

É assim, em resumo, que vemos a questão muitas vezes espinhosa de raça e etnia; que as pessoas, se puderem escolher, naturalmente e quase inconscientemente “se auto-segregam” segundo sua identificação étnica e religiosa percebida.

 

 

Autonomia Pessoal Nacional

 

 

Nós percebemos, porém, que auto-segregação voluntária em enclaves étnicos não é sempre possível ou desejável em certas áreas da América do Norte, especialmente para aqueles de origem mista bem como para aqueles vivendo em cidades cosmopolitanas há muito estabelecidas como Nova Iorque. E a Nova Resistência rejeitar qualquer tentativa – por qualquer grupo – de “limpeza étnica”. Em tais áreas altamente misturadas, a Nova Resistência defende uma forma de nacionalidade não-territorial referida como Autonomia Pessoal Nacional

 

 

O socialista judaico-russo Vladimir Medem sucintamente definiu APN dessa forma:

 

“Consideremos o caso de um país composto de diversos grupos nacionais, por exemplo, poloneses, lituanos e judeus. Cada grupo nacional criaria um movimento separado. Todos os cidadãos pertencendo a um dado grupo nacional se uniriam a uma organização especial que realizaria assembléias culturais em cada região e uma assembléia cultural geral para todo o país. As assembléias teriam poderes financeiros próprios: ou cada grupo nacional teria o direito de cobrar impostos de seus membros, ou o Estado alocaria uma proporção de seu orçamento geral a cada um deles. Cada cidadão do Estado pertenceria a um dos grupos nacionais, mas a questão de a que movimento nacional se unir seria uma questão de escolha pessoal e nenhuma autoridade teria qualquer controle sobre sua decisão. Os movimentos nacionais estariam sujeitos à legislação geral do Estado, mas em suas próprias áreas de responsabilidade eles seriam autônomos e nenhum deles teria o direito de interferir nas questões dos outros” (Social-Democracia e a Questão Nacional, 1904).

Anti-Sionismo vs. “Anti-Semitismo”

A Nova Resistência se situa resolutamente no campo anti-sionista. Nós acreditamos que Israel é nada mais que um “porta-aviões” terrestre e imperialista permanentemente encalhado no Oriente Médio, espalhando destruição e subversão por toda a região. Ademais, lobistas sionistas e outros companheiros de viagem – sejam eles judeus, cristãos ou seculares – tem tido um efeito perturbador sobre a vida política e midiática americana. Por essas razões, a Nova Resistência se alia com todos os outros movimentos genuinamente anti-sionistas ao redor do mundo.

O anti-sionismo, porém, não se traduz necessariamente em “anti-semitismo”, um termo equivocado normalmente interpretado como se referindo a anti-judaísmo. A Nova Resistência reconhece o direito dos judeus – seja como indivíduos ou dentro de comunidades – a viver em paz e segundo suas próprias tradições. Nós admiramos especialmente aqueles judeus corretos que tem heroicamente assumido para si a missão de se unir à luta anti-sionista. Judeus individuais que se identifiquem primariamente com nossa causa e cultura são sinceramente bem vindos a participar nas atividades da Nova Resistência. Quanto a judeus atualmente residindo no Estado criminosos de Israel, nós os instamos a chegar a uma paz justa e separada com seus vizinhos árabes e a desmontarem completamente todos os instrumentos sionistas de repressão (IDF, Mossad, etc…)

Imigração em Massa vs. o Movimento Orgânico de Povos

A Nova Resistência concorda totalmente com Alain de Benoist quando ele afirmou, “Aqueles que silenciam em relação ao capitalismo não deveriam reclamar da imigração”. O regime capitalista neoliberal global é responsável por deslocar milhões de camponeses do Terceiro Mundo de suas terras, roubando seus recursos naturais, e os arrebanhando em horripilantes megacidades ou rumo ao norte para o assim chamado “mundo desenvolvido”. Isso é feito de modo a suprir as elites capitalistas com vastas reservas de mão-de-obra barata para reduzir salários e benefícios ainda mais (a “corrida rumo ao fundo do poço”), novos consumidores para substituir consumidores do Primeiro Mundo já saturados de dívidas, e bucha-de-canhão fresca para as legiões imperiais. A Nova Resistência não culpa os migrantes por essa triste situação, os vendo mais como vítimas individuais, a imigração em massa em si como um sintoma da disfunção geral do capitalismo e que a destruição do capitalismo finalmente resolverá o problema da imigração.

Tendo dito isto, nós percebemos que sempre houve ao longo da história o movimento orgânico de povos, e a interação gradual resultante – até a fusão – de culturas não ameaça necessariamente o equilíbrio ambiental e demográfico de nações/comunidades pré-existentes. A Nova Resistência portanto reconhece que no contexto norte-americano, fronteiras e culturas não são completamente estáticas, mas podem ser fluidas e dinâmicas. Nossa visão continental é uma similar a da Europa pré-moderna, exceto com neo-celtas e outras tribos saqueando os restos da velha ordem capitalista, talvez até mesmo acampando na grama não cortada de uma decadente e abandonada Casa Branca.

Buscando as Alturas: Políticas Sociais e Econômicas da Nova Resistência

Nós acreditamos que o sistema capitalista que nós temos hoje precisa ser substituído por algo que realmente fomente uma sociedade civilizada, sustentável e justa, onde a economia seja subordinada ao bem social. A Nova Resistência, portanto, defende as seguintes políticas:

1) A abolição da escravidão salarial e do inquilinismo;
2) A distribuição de terra (ou uma certa quantidade em acres ou como um certos pés quadrados de apartamento) para todos os cidadãos, tornando-a intransferível, dessa forma evitando a acumulação nas mãos de uns poucos privilegiados;
3) Algum tipo de renda anual garantida e rede de seguridade social humana;
4) Saúde universal e gratuita (a medicina e campos relacionados deveriam ser uma vocação, NÃO um comércio);
5) Iniciativas econômicas maiores ou mais complexas do que um pequeno negócio familiar ou fazenda deve ser auto-administrada por trabalhadores, através de conselhos de trabalhadores;
6) O controle coletivo dos “cumes dominantes da economia” (infraestrutura de larga escala ou negócios estratégicos como a mineração), deve ser co-administrada pelos trabalhadores e por representantes do Povo;
7) A implementação ampla de energia verde de baixo impacto (solar, eólica, geotérmica, hidroelétrica em pequena escala) distribuída por uma rede descentralizada com redundâncias embutidas para evitar falhas sistêmicas massivas tais como blecautes;
8) Uma grande ênfase em conservação energética através de uma arquitetura mais inteligente; encorajar o desenvolvimento de outras tecnologias de baixo impacto, tudo desde dirigíveis de carga pesada a impressoras 3D;
9) Coibir o consumismo e a “cultura do carro” com uma ética mais sadia de empréstimos, i.e., programas de partilha de bicicletas e carros;
10) Uma semana de trabalho reduzida e descansos semanais ampliados; redefinir o próprio conceito de “trabalho” para incluir atividades culturais, intelectuais e beneficentes.

NR no exterior: Nossas Políticas Externas e Comerciais

Dito de forma simples, a Nova Resistência acredita que a América deve sair do palco mundial – pelo menos enquanto potência imperialista global. Nós aderimos firmemente à orgulhosa e honrada tradição do isolacionismo defendida por radicais americanos, da direita e da esquerda. De fato nós não devemos “ir ao exterior em busca de monstros para destruir” mas sim ficar em casa e cuidar da obra de Melhoria Nacional (i.e., infraestrutura de baixo impacto, energia verde) e rumo ao bem-estar geral de nosso Povo. Para parafrasear Russell Kirk, sem mais guerras por um barril de petróleo!

Quanto a políticas comerciais, a Nova Resistência rejeita a ideologia neoliberal do “livre mercado” do capitalismo global e convoca ao desmonte de todas as corporações multinacionais, os exploradores desalmados dos trabalhadores do Primeiro e Terceiro Mundo e destruidores do meio-ambiente global. Em seu lugar, nós promovemos o estabelecimento de uma economia autárquica e auto-confiante onde o comércio internacional é limitado apenas àquelas trocas que são justas e mutuamente benéficas e não distorcem, ou de outra forma ameacem, o mercado social tradicional de qualquer nação ou comunidade.

A Defesa Comum: Guerra e Policiamento

A Nova Resistência favorece o amplo estabelecimento de milícias populares locais e regionais para a defesa, com um pequeno componente regular para capacidades mais técnicas/especializadas (naval, aéreo e forças especiais) a nível federal; a força regular poderia servir como o núcleo para mobilização e dirigir a milícia popular em caso de qualquer possível ameaça séria a nível continental.

Quanto a questões de lei e ordem, o grosso dos casos deve ser deixado ao nível comunitário onde os infratores terão que encarar o povo que eles violaram. O massivo esquema policial/prisional/judiciário de nossa era será dissolvido em favor da justiça restaurativa e outras soluções intra-familiares e baseadas nas comunidades. Instâncias mais sérias de crime organizado e atividade contrarrevolucionária serão da alçada da milícia popular.

Ressacralização do Mundo Moderno

Para combater o impulso do materialismo grosseiro, a Nova Resistência encoraja o retorno da espiritualidade e do sentido da sacralidade à esfera pública. Ainda que nós não favoreçamos qualquer religião particular ou sistema ético acima de qualquer outro, e firmemente nos opomos a qualquer tentativa de governo teocrático, nós acreditamos que tanto o indivíduo como a sociedade como um todo seriam muito enriquecidas pela beleza do numinoso em sua vida quotidiana.

Governo Popular e Nova Aristocracia

No âmbito político, a Nova Resistência favorece a Democracia Direta a nível local e um sistema consensual de “Maioria Concorrente” nos níveis mais elevados. Ainda que o povo deva ter uma influência direta sobre qualquer questão que diretamente os afete e a sua comunidade, unidades políticas federadas maiores demandam certos freios e contrapesos para proteger minorias políticas da tirania da maioria. Tais ferramentes podem incluir tudo desde a nulificação ao direito de secessão. A confederação suíça e a América primitiva (ESTES Estados Unidos em oposição a OS Estados Unidos) oferecem possíveis modelos.

A Nova Resistência objetiva ser um movimento popular mas isso não significa que ele abrace o populismo demagógico ou o abandono das virtudes aristocráticas mas, em verdade, tende mais às idéias gramscianas das elites intelectuais “nacional-populares” e orgânicas. Nós acreditamos que as classes trabalhadores, sob as condições corretas, podem ser portadoras de uma civilização aristocrática. Ao ressacralizar o mundo moderno, erguendo os fardos do consumismo degenerado e da mídia frívola das mentes dos trabalhadores, e reconhecendo que o “ócio é a base da cultura”, nós despertaremos a energia criativa do Povo e inauguraremos um novo renascimento cultural.

Forasteiros, a Oposição Leal

Obviamente, a Nova Resistência não defende um sistema monolítico e padronizado para toda a América do Norte, como confirmado por nosso apoio a vários enclaves étnicos e de autonomia nacional pessoal. Mais ainda, nós também reconhecemos o direito das minorias criativas (boêmios, excêntricos e rejeitados de todo tipo), povos nômades e dissidentes políticos e religiosos de viverem como eles decidam escolher. Nós acreditamos em um mundo pós-capitalista tolerante onde, digamos, libertários ou polígamos ou quem quer que tenha o espaço político, social e geográfico a seguir sua própria felicidade. Seu grau de envolvimento com comunidades e outras instituições da Nova Resistência cabe a eles decidir mas nós estendemos, agora e então, nossas saudações cordiais e pacíficas.

Muitas Nações, Uma Luta: Um Sumário

A Nova Resistência é uma rede de nacional-revolucionários, adeptos da quarta teoria política, terceiro-posicionistas, nacional-bolcheviques, nacionalistas de esquerda, anarquistas de todo tipo, anti-capitalistas de direita, e radicais adogmáticos de esquerda que defendem uma resistência ampla e em múltiplos níveis às políticas econômicas neoliberais, ao imperialismo anglo-americano e à influência sionista na mídia e no governo. Nós somos um movimento radical nascente, um núcleo revolucionário. Nós olhamos para a Europa como a fonte de nossa cultura particular ao mesmo tempo em que respeitamos ao mesmo tempo outras nações, culturas e civilizações.

Nós rejeitamos ódios grosseiros baseados em raça e religião – do anti-semitismo à islamofobia – bem como noções ultrapassadas de pureza racial. A identidade deve se basear em afirmações positivas de cultura e herança, não em obsessões paranoicas com linhagens sanguíneas, medições cranianas ou cor de olhos e cabelo. Nós acreditamos que os âmbitos espiritual, cultural e político – nessa ordem – devem tomar precedência sobre a esfera econômica da vida. Nós trabalhamos para viver, não vivemos para trabalhar!

Finalmente, a Nova Resistência apoia o estabelecimento de uma federação norte-americana altamente descentralizada onde identidades étnicas e religiosas de todos os tipos podem se organizar de uma maneria sadia e fornecer ajuda mútua uma à outra. Territórios que contenham diversos grupos étnicos diferentes seriam encorajados a seguir o princípio de Autonomia Nacional Pessoal (nacionalidade não-territorial).

Esse Manifesto é trazido a vocês por

NOVA RESISTÊNCIA
A Frente Popular para a Liberação da América

source.

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